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GPDA e Motorsport querem ouvir os fãs da F1

Curiosos em saber a opinião dos fãs, os pilotos da F1 convidam aqueles torcedores que ainda não responderam à pesquisa, que termina no próximo domingo

A pesquisa global para os fãs da Fórmula 1 termina neste domingo, assim que o GP do Canadá terminar. O trabalho conduzido pela GPDA e Motorsport tem tudo para se tornar a maior consulta esportiva já realizada na história.

O presidente da GPDA, Alexander Wurz comentou: "O número de participantes nos impressiona e os pilotos estão muito felizes que os torcedores tenham sua voz ouvida"

"Ela é realmente global, já que até agora, fãs de 191 países já reponderam"

"Então, em nome de todos da Fórmula 1, gostaria de agradecer a todos os fãs ao redor do mundo por dedicar seu tempo em respondê-la. Se você ainda não respondeu, ainda dá tempo!"

Para quem ainda não respondeu, clique aqui gpda.motorsport.com . Há a opção em português.

A pesquisa é uma vitória para os fãs

Wurz afirma que os pilotos estão ansiosos em ver os resultados da pesquisa. "Nós todos estamos curiosos para ver os resultados. A pesquisa utilizou um método muito científico, que vai nos ajudar a compreender o perfil daqueles que nos responderem. Talvez esse seja o maior valor dela."

Resposta inteligente

Wurz tem dito que não é desejo da GPDA em encontrar na pesquisa desculpas para pedir mudanças inviáveis à Fórmula 1. Tudo aquilo que os pilotos fazem ou ainda farão, buscam o melhor para a categoria.

"Uma vez a pesquisa finalizada, teremos algumas semanas para tabulação."

"Em seguida, vamos discutir internamente os resultados e vamos considerar cuidadosamente cada item apontado pelos fãs."

"Não vamos sair gritando com a F1 e exigir as mudanças a qualquer custo."

"Gostaríamos de considerar também o impacto financeiro que implicaria essas modificações. Sabemos bem como nosso esporte é complexo e como ele está alinhado como um modelo de negócio, mas sabemos também que algumas pequenas mudanças podem fazer grandes diferenças."

Ambições realistas

Wurz sabe que alguns pontos podem ser considerados utópicos em sua implantação, por serem inviáveis financeiramente ou por conta de regulamentos específicos. Mas ele afirma que as pessoas que comandam a Fórmula 1 precisam entender aquilo que guia o interesse do público.

"Se os torcedores mais jovens nos passarem que querem acompanhar nosso esporte em outras plataformas, para poder interagir mais com a categoria, obviamente a F1 vai saber o que fazer."

"É justamente disso que tenho mais curiosidade em saber."

"Não sabemos como será o quadro completo da pesquisa e sabemos alguns apontamentos poderão ser inviáveis. Mas espero que as pessoas-chave que estão envolvidas com a Fórmula 1, incluindo nós, pilotos, recebam essa mensagem dos nossos fãs", concluiu o presidente da GPDA.